Comissão organizadora


Alejandro Túlio Zapata Leytón
Maria Amélia Aguiar Hazin
Renato Demarchi Foresto
Henrique Machado de Sousa Proença
Luiz A. Moura

Convidado internacional


João Paulo Ferreira da Silva Oliveira
Faculdade de Medicina de Universidade do Porto (FMUP) - Portugal.
Diretor do Serviço de Genética Médica do Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), no Porto, e Professor Associado de Genética Médica da FMUP,


Convidados nacionais


Breno Gusmão – Hospital Israelita Albert Einstein
Gianna Mastroianni Kirsztajn - UNIFESP
Ita Pfeferman Heilberg - UNIFESP
João Bosco Pesquero - UNIFESP
Jorge Reis Almeida – Universidade Federal Fluminense
Lúcio Roberto Requião Moura – Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE)
Maria Almerinda Vieira Fernandes Ribeiro Alves – FCM-UNICAMP
Ricardo Helman – Hospital Israelita Albert Einstein


Apoio local


Bruno Nogueira César
Bruno Del Bianco Madureira
Camila Borges Bezerra Teixeira
Daniel Ribeiro da Rocha
Diego Ennes González
Fernanda Badiani Roberto
Lucas Xavier Freitas
Maria Eduarda Vilanova da Costa Pereira
Paulo André Pamplona Marques dos Santos
Thaíza Passaglia Bernardes







22 a 24 de abril, 2019
Hospital do Rim, São Paulo, SP






O pentagrama, muito considerado pela escola pitagórica pela sua relação com o número áureo, além de ser a base para diagramas em várias leis matemáticas, serviu a inúmeras associações místico-mágicas que, com sua ponta voltada para cima, seria a representação do ser humano.

Alude-se a Aristóteles a ideia da quintessência, ou o hipotético quinto elemento, etérico, presente no cosmo, que envolveria a Terra mantendo-a a salvo do colapso dos corpos celestes.

Conceitualmente, o homem de Vitrúvio, redescoberto no período do Renascimento e decodificado graficamente por renomados mestres das artes, mescla-se a estas imagens, relacionando-as ao segmento cefálico e às proporções áureas. Referências ao pentagrama pitagórico e a quintessência aristotélica são quase óbvias.

Cadernos de Patologia Renal, anno V, irá enveredar-se pelo campo da genômica, valendo-se da concepção da hereditariedade modulada pelas instruções de como estas informações devem ser lidas - o epigenoma - e, ultimamente, expressas na diversidade da forma, conhecida como manifestação fenotípica. Procuraremos entender e traduzir nas respostas do parênquima renal frente às agressões, a razão intrínseca da sua apresentação morfológica. Velhos processos, numa releitura dos tempos atuais, em busca da quintessência: a medicina de precisão. Desde Aristóteles, no conceito do Eidos, preexistente nos pais e reproduzido na prole, passando pela estrutura química dos nucleotídeos, no componente imidazólico das bases púricas e nas pentoses dos ácidos nucleicos. Nada é por acaso...






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